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Segundo Sincovat, vendas devem crescer 13% com relação a 2021O Dia das Mães é principal data comemorativa do primeiro semestre para o comércio varejista. Este ano será comemorado no dia 8 de maio e promete movimentar as lojas e os restaurantes da RM Vale. De acordo com o Sincovat  - Sindicato do Comércio Varejista de Taubaté e região, as vendas devem crescer 13% com relação a 2021.

Com o fim das restrições impostas pela pandemia do coronavírus e a "volta ao normal", o desejo de celebrar a data em família após 2 anos deve aumentar. Com isso, além dos presentes, o almoço vai reunir mais pessoas, acrescendo o consumo em supermercados, açougues e padarias.

A procura pelos restaurantes também vai subir - cerca de 20% com relação ao ano passado. "É a segunda melhor data do ano para diversos setores, ficando atrás apenas do Natal, e é a primeira sem tanta preocupação com a pandemia, uma vez que até o uso de máscaras deixou de ser obrigatório. Essa sensação de normalidade vai ajudar nas vendas", explica Dan Guinsburg, presidente do Sincovat e vice-presidente da FecomercioSP.

No comércio, o movimento vai ser grande na primeira semana de maio. As compras parceladas devem prevalecer. Entre os produtos mais procurados devem estar roupas, seguido de calçados, perfumes, flores, chocolates, cremes hidratantes, eletrodomésticos e acessórios.

Para atender os consumidores, os lojistas poderão estender o horário de funcionamento na sexta dia 06 e sábado dia 07 de maio, das 7 às 23 horas. "Esperamos uma semana bem movimentada e, a partir dai, um 2022 igual a 2019, recuperando as vendas e os empregos que perdemos no comércio e no setor de serviços durante essa pandemia ", comenta Dan.

 

Uma doce notícia para quem tem negócios voltados aos produtos de chocolates e afins. Depois de sentir um sabor amargo nas vendas de 2020 e 2021, em razão da pandemia do coronavírus e suas restrições, a Páscoa deste ano deve apresentar bons resultados.Segundo o Sincovat (Sindicato do Comércio Varejista de Taubaté e região), as vendas do período devem crescer 12%, com ralação ao ano passado. "No primeiro ano de pandemia, as vendas de Páscoa praticamente não aconteceram. Em 2021, o movimento melhorou um pouco, mas as restrições ainda inibiram os consumidores. Agora, com o fim do uso das máscaras e mais circulação de pessoas, o movimento deve melhorar", comenta o presidente do Sincovat e vice-presidente da FecomercioSP, Dan Guinsburg.

Um levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab) mostra que, para atender à demanda do período, a indústria de chocolates calcula que foram criados 8.500 postos de trabalho temporários no Brasil, sendo contratações diretas e indiretas – tanto em fábricas quanto em pontos de venda.

As vendas só não devem crescer mais em razão da inflação. "A alta no preço dos produtos, não só chocolates, mas da cesta básica como um todo, freia o consumo, pois o poder de compra dos brasileiros diminui. Os produtos essenciais para o dia-a-dia voltam a ser prioridades", diz Dan.

Com isso, a procura pelos produtos da Páscoa não devem disparar, recuperando apenas uma parte das vendas perdidas nos anos anteriores de pandemia.

Os lojistas devem ficar atentos aos canais de vendas, que mudaram durante a quarentena do coronavírus. "O consumidor precisou se adaptar e conheceu novos meios de fazer compras, inclusive de alimentação. Agora, muita gente realiza suas compras pelos meios online e pelas redes sociais. O lojista precisa ficar atento a essa nova realidade para não perder vendas", alerta o presidente do Sincovat.

A receita bruta real do comércio varejista da Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte em 2021 foi de R$ 46.016.448.000,00 um aumento de 10% com relação a 2020. As Informações divulgadas pelo Sincovat (Sindicato do Comércio Varejista de Taubaté e região) são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV), da FecomercioSP.

Para o presidente do Sincovat e vice-presidente da FecomercioSP, Dan Guinsburg, esse crescimento foi puxado pela reabertura dos estabelecimentos  pós-restrições de horário e ocupação e também pelo consumo represado de bens não essenciais. "Em 2020, tivemos uma estabilidade no aumento de vendas com relação a 2019. No primeiro ano da pandemia, tivemos muitos problemas com lojas totalmente fechadas por meses e, principalmente, o consumidor direcionando sua renda para os bens essenciais, como alimentação e farmácias, por exemplo. Com a reabertura, tudo mudou. Os empregos melhoraram e a confiança do consumidor também", explica Dan.

Em 2020, as receitas de importantes segmentos como lojas de vestuário, tecido e calçados e concessionárias de veículos caíram drasticamente - 26,5% e 19,1%, respectivamente. Por outro lado, supermercados (+14,3%) e materiais de construção (+18,2%) apresentaram aumento de vendas. "Esses dados mostram que a base de comparação é bem fraca. Ainda temos muito o que recuperar, como o setor de vestuário, por exemplo, que mesmo tendo crescido 20% em 2021, perdeu demais no inicio da pandemia", comenta Guinsburg.

Para o presidente do Sincovat, o ano de 2022 não está sendo fácil para o varejo. "A inflação está impactando o poder de compra dos brasileiros de tal forma que a prioridade para os bens essenciais está prevalecendo novamente. Isso impacta negativamente as vendas do varejo e nos permite projetar que não teremos neste ano o mesmo desempenho do ano passado", finaliza.

Pelo segundo ano consecutivo o carnaval no Brasil deve ocorrer de maneira atípica devido à pandemia de Covid-19.  Na RM Vale não é diferente. O cancelamento da folia nas cidades da região deve influenciar no comércio, que prevê quedas nas vendas.

Segundo o Sincovat (Sindicato do Comércio varejista de Taubaté e região), as festas movimentam lojas de decoração, fantasias e acessórios, supermercados, restaurantes, entre outros setores. Além das prefeituras, diversas festas particulares como em condomínios, clubes e escolas também deixarão de acontecer.

“O movimento no comércio de várias cidades da região aquece com o carnaval, caso de São Luis do Paraitinga, Tremembé e São Bento do Sapucaí, por exemplo, recebem muitos turistas, que acabam fazendo compras. Em outros municípios, as festas particulares também contribuem para aumento das vendas. Com o cancelamento, muitos lojistas não compraram produtos e os que já possuem estoque de anos anteriores não devem vender”, explica Dan  Guinsburg, presidente do Sincovat e vice-presidente da FecomercioSP.

Mas, mesmo sem uma programação específica, as cidades do litoral norte e da Serra da Mantiqueira deverão receber muitos turistas, o que deve movimentar as lojas. Segundo o Sinhores (Sindicato de Hotéis, Bares, Restaurantes e Similiares), Campos do Jordão deve ter ocupação de 60% dos hotéis e pousadas. Já no litoral, as cidades de Ubatuba, Caraguatatuba, São Sebastião e Ilhabela, a ocupação deverá chegar a 70%.

“O carnaval não é um feriado, mas por tradição, o país para e isso incentiva o turismo. Consequentemente, o comércio acaba se aquecendo nessas cidades, no entanto, não como nos anos anteriores a pandemia”, comenta Dan.

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