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11 de dezembro de 2018

Vendas do varejo na região têm alta de 3% em setembro


No acumulado de janeiro a setembro, a elevação foi de 6,6%, e nos últimos 12 meses, o crescimento foi de 7%

O comércio varejista na região faturou R$ 2,7 bilhões em setembro, alta de 3% em comparação ao mesmo período do ano passado. Os dados, recebidos pelo Sindicato do Comércio Varejista de Taubaté e região (Sincovat), são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PCCV), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) com base em informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP). Das nove atividades pesquisadas, duas sofreram quedas nas vendas em relação a setembro do ano passado: concessionárias de veículos (-2,9%) e eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamento (-0,7%). Esses setores somaram leve impacto negativo de 0,4 ponto porcentual (p.p.) para o desempenho geral. Por outro lado, os segmentos de outras atividades (3,9%) e supermercados (3,1%) apontaram as maiores pressões positivas. Somados, contribuíram com 2,1 pontos porcentuais para o resultado final.

 

Desempenho estadual
As vendas do comércio varejista no Estado de São Paulo seguiram a trajetória ascendente e atingiram R$ 55,8 bilhões em setembro, alta real de 3,9% em comparação ao mesmo período de 2017. Foi a terceira maior cifra para um mês de setembro desde o começo da série histórica, em 2008. No ano, o faturamento real do setor cresceu 5,2%, o que representa um montante de R$ 24,2 bilhões maior do que o obtido período de janeiro a setembro de 2017. No acumulado de 12 meses, apontou alta de 4,8%.

 

No mês, oito das nove atividades pesquisadas obtiveram expansão em seu faturamento real no comparativo anual, com destaque para o setor de lojas de vestuários, tecidos e calçados (9,1%) e outras atividades (6,2%) – em que predomina o varejo de combustíveis. Juntos, contribuíram para o resultado geral com 2 pontos porcentuais (p.p.). Houve uma leve queda no desempenho das farmácias e perfumarias (-0,1%), mas não exerceu impacto negativo significante nas vendas.

 

De acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, o nível de atividades econômicas tem mostrado até aqui um padrão de baixa volatilidade, mesmo diante das turbulências políticas em ano eleitoral, ocasionando tensão diária nos mercados de negócios. Assim, o varejo tem conseguido sustentar um ciclo de recuperação a despeito dessas incertezas.

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