080918-N-0659H-001 MILLINGTON, Tenn. (Sept. 18, 2008) A Naval Support Activity Mid-South Sailor takes a moment to decide which credit card to use to complete his purchase at the local commissary. According to results of the 2008 Financial Health Quick Poll, most Sailors agree that they are able to pay the bills and meet their financial obligations. (U.S. Navy photo by Mass Communication Specialist 2nd Class LaTunya Howard/Released)

Notícias locais

8 de agosto de 2018

Alimentos e remédios lideram gastos no cartão de crédito em junho


Fatura média do cartão no período supera R$ 1 mil e 25% dos usuários caíram no rotativo

Um levantamento, feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que o uso do cartão de crédito já não se limita a compra de itens de mais alto valor, que geralmente são parcelados. As despesas correntes, incluindo produtos de primeira necessidade, também já fazem parte das aquisições mais feitas via cartão.

No último mês de junho, os alimentos de supermercados lideraram esse tipo de compra, com 63% de menções, seguidos dos remédios (45%) e dos combustíveis (37%). Somente em quarto lugar aparecem as roupas, calçados e acessórios (36%).

De acordo com o levantamento, no último mês de junho, 40% dos brasileiros recorreram à alguma modalidade de crédito, sendo que o cartão de crédito foi o mais comum, citado por 35% dos consumidores. Em seguida, aparecem o crediário ou carnê, com 8% de utilização, empréstimos (5%), cheque especial (5%) e financiamentos (3%). Os que não se utilizaram de nenhuma modalidade no período somam 60% dos consumidores.

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, por trata-se de uma modalidade de crédito pré-aprovada, o cartão de crédito é um instrumento bastante popular como forma de pagamento. “Hoje o cartão de crédito já não é uma exclusividade dos bancos. Redes varejistas e fintechs já oferecem o instrumento, tornando-o ainda mais acessível para várias camadas da população”, explica a economista.

Voltar para Notícias